sexta-feira, 20 de março de 2009

Teresópolis – 03 a 05/03/2009


Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Dedo de Deus

Granja Comarí

Janelas do Museu Imperial

Catedral de Petrópolis

Jantar com Zé Nunes, Lurdes e o primo Boni

Depois de passar 48 dias seguidos vendo o mar decidimos nos afastar um pouco da costa e conhecer a serra fluminense. Nós ficamos hospedados em Teresópolis na casa do Zé Nunes – trabalhou com minha mãe na TV Alphaville e virou amigo da família –, que inclusive tirou um dia de folga pra nos ciceronear mostrando o melhor da região. O Parque Nacional da Serra dos Órgãos, o Alto do Soberbo e a Granja Comarí – onde está situado o centro de treinamento da seleção brasileira – foram algumas das atrações que conhecemos na cidade. No município vizinho de Petrópolis visitamos o Museu Colonial, a Catedral, a casa do Santos Dumont e o Palácio Quitandinha, além do bairro de Itaipava. Encontramos também com o primo Boni, que mora em Teresópolis há diversos anos. Durante os três dias em Teresópolis sempre havia alguma nuvem cobrindo a famosa montanha do Dedo de Deus e só quando íamos embora que Deus resolveu mostrar o dedo pra gente e conseguimos admirar a bela paisagem da Serra dos Órgãos com a Baía de Guanabara ao fundo.

Rio is surrounded by mountains and we decided to visit a friend that lives in a city up the mountains, called Teresopolis. It was the first time after 48 days that we left the beach and we agreed that it was time to get to know something different than sand and sea. Ze Nunes and his wife were the perfect hosts, he used o work with my mom years ago and acknowledging of our visit, he took a day off to guide us through the national park of Teresopolis and the historical city of Petropolis, where our kings used to have a summer house, at the Imperial times.

Bizarrice do Dia:

Quando avariamos nosso carro em um buraco na ida da viagem, em Barra Grande (ver bizarrice do dia 03/02), a frente do veículo entortou dando a impressão do capô estar aberto, problema que deixamos pra ver depois de voltar pra casa. Desde esse remoto dia escutamos, durante toda a viagem, umas 5 vezes por dia, alguém dizendo: ¨O capô está aberto!¨. Na estrada, nos postos de gasolina, nas pousadas ou em qualquer outro lugar sempre havia alguém nos alertando sobre o nosso carro. Decidimos que se mais de 50 pessoas falassem essa frase, dedicaríamos uma bizarrice a tal tema. O número 50 já foi ultrapassado faz tempo. Acho que já acostumamos com o carro assim e vimos que afinal socializamos muito mais agora que todo mundo vem falar com a gente sobre o capô, hehe. Uma amiga sabiamente me disse que não precisávamos de tudo isso, bastava andar com a porta aberta que o efeito seria o mesmo. Acho que teremos que fazer isso depois de consertar o capô antes de nos acostumarmos, aos poucos, a voltar a ter um carro normal.

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