sexta-feira, 20 de março de 2009

Carnaval em Barra Grande – 20 a 25/02/2009


Praia de Três Coqueiros

Menina na Ilha do Sapinho, na Baía de Camamú

Saindo do buraco

Movimento no pier de Barra Grande

Bolsas e chapeus

Varal em ilha da Baía de Camamú

Voltamos pra Barra Grande pra passar o carnaval, dessa vez com a companhia de nossos pais. Como imaginávamos, a cidade não estava com muito clima de carnaval, mas apesar disso fomos a alguns forrós no Boa Vida Social Club, a uma baladinha no Deck e acabamos conhecendo pessoas de diversos lugares. Curtimos também o dia – com passeios de barco e um pouco de praia – e a companhia de uma família muito gente boa de Salvador que estava em nossa pousada.

Barra Grande was one of our favourite places and that’s why we chose to spend Carnival there, with our parents. We booked the same pousada (guesthouse) we stayed the first time, so this time we were feeling like locals. As predicted, the place was not as full as many other places get at this time f the year, so it enabled us to relax a lot during the day at the beaches or boat trips and enjoy the nigthtime at some bar or local party.

Bizarce do Dia:

- 24/02/2009: Diz o ditado que ¨o que vale é a intenção¨. A intenção do Restaurante São Jorge, localizado na Ilha do Sapinho, Baía de Camamú, de se internacionalizar ao traduzir seu cardápio para inglês pode ter sido a melhor possível, mas não acredito que tenha facilitado muito a vida de algum gringo que apareça por lá. Veja abaixo algumas das traduções que provavelmente foram tiradas de um tradutor fajuto de internet:
- Robalo de Moqueca = Robalo of Moqueca
- Dourado Frito = Golden Frito
- Polvo Ensopado = Octopus Ensopado
- Robalo Frito = Frito Robalo
- Casquinha de Siri = Casquinha of Siri

- Acompanhamento (Arroz, Farofa, Pirão) = Monitoring (Rice, Farofa, Pirão)

- 25/02/2009: Para sair da Península de Maraú e seguirmos viagem para o sul da Bahía estávamos com uma grande dúvida para optar entre as 3 alternativas que havíamos pensado. No entanto, as circunstancias nos encarregaram de decidir pela gente. A primeira opção que tentamos foi a recém construída estrada que liga Camamú a Itacaré. Estávamos felizes e contentes com o belíssimo asfalto até nos depararmos com a placa ¨Rodovia Sem Saída – Ponte em Construção¨. Com a primeira opção forçadamente descartada, decidimos pegar uma estrada de terra até um ponto onde há uma balsa para atravessar o Rio de Contas. No começo do caminho descobrimos que a balsa havia encalhado num banco de areia e que o povo estava esperando a maré subir pra desencalhar a balsa e voltar a operar. Imaginem os carros e as pessoas que estavam lá, no meio do rio, aguardando até a maré encher pra chegar até o outro lado que estava a poucos metros de distancia. Com as duas primeiras alternativas inviabilizadas, tivemos que encarar mais 30 km de terra até Ubaitaba e dar uma bela volta. Pelo menos não ficamos encalhados em algum banco de areia por aí.

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