sexta-feira, 20 de março de 2009

Búzios – 01 a 03/03/2009


Praia de Azedinha em Búzios

Meninas em praia de Búzios

Davi e Golias

Lili no pier de Búzios com a Orla Bardot ao fundo

Piscina do hotel

Hidro com hotel ao fundo

Eu e Lili no hotel descansando depois de ficar 50 dias viajando, hehe

Ficamos positivamente impressionados com Búzios quando por lá passamos na ida de nossa viagem, mas confesso que tivemos um pequeno trauma com o local onde havíamos nos hospedados. A Pousada da Rua de Lingüiça foi, sem sombra de dúvidas, o pior lugar onde dormimos em todo trajeto, com suas diversas baratas, chuveiro que não funcionava e colchão de pedra. Devido a esse trauma (e por agora estar com nosso pai) fizemos o oposto e nos hospedamos no melhor hotel de toda nossa jornada. Além de piscina e hidromassagem o hotel possuía diversos outros serviços que fizemos questão de aproveitar. Nada melhor do que viajar por 50 dias e depois descansar, hehe. Não ficamos o tempo todo no hotel, fomos de taxi boat às praias Azeda e Azedinha, que são bem pequenas e bonitas, e passeamos muito pelas charmosas ruas de pedestre do centrinho de Buzios.

After days of travelling and after leaving our mom at the airport in Vitoria, we arrived in Buzios (near Rio), for 2 days of rest. With dad still with us this time we chose a much better hotel than the one we stayed the first time, which was with no doubts the worst in the whole trip. The 2 days in Buzios were spent doing absolutely nothing but enjoying the swimming pool and the Jacuzzi at the hotel, or visiting a cute little beach very near us. Travelling is definitely very tiring and we needed a rest from it.
Bizarrice do Dia:

- 02/03/2009: A Tonga da Mironga do Kabulete. Depois de escutarmos essa música de Vinicius de Moraes duas vezes na pousada de Buzios não conseguimos mais tirá-la da cabeça. Sempre que um de nós (eu, Lili ou papai) conseguia esquecê-la por um instante, outro fazia questão de, involuntariamente, começar a cantar, cantarolar, assobiar ou inclusive bocejar a melodia. Alguns dias depois, já em Teresópolis, nosso amigo Zé Nunes, após convivência com a gente, sem perceber, de tempo em tempo começava a cantar a mesma canção. Acho que não conseguiremos mais nos livrar dessa maldição.

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